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25/06/2007
GPS e lesões?

GPS pode reduzir tempo de reabilitação de atletas
Em fase de pesquisas em vários países, incluindo o Brasil, o sistema GPS já mostra resultados positivos


Um dos principais medos dos atletas é a lesão, que pode deixar o profissional fora das suas atividades por um longo período, comprometendo não só a si próprio como também desfalcando uma equipe. Com o intuito de diminuir o tempo de reabilitação dos atletas lesionados, médicos e pesquisadores brasileiros realizam testes com o sistema GPS, que promete reduzir em até 50% o tempo de recuperação após uma lesão.

O ortopedista Sidney Schapiro, especialista em traumatologia do esporte e um dos responsáveis por trazer o método para o país, explica que o sistema GPS é um preparado de plasma, rico em plaquetas que contém fator de crescimento celular. “O preparado promove a aceleração da cicatrização de lesões e com isso a reparação tecidual, conseqüentemente, também é mais veloz”, diz.

O método GPS que surgiu através de pesquisas nos Estados Unidos, pode ser aplicado durante a cirurgia ou, em casos onde não há a necessidade de intervenção cirúrgica, são utilizadas pequenas ampolas, com doses variadas, de acordo com o caso e a gravidade.

Em todo o mundo o método GPS está em fase de testes, mas vários médicos já o utilizam para recuperar lesões. O clube Benfica, de Portugal, por exemplo, usa o GPS para tratar casos de distensão muscular dos jogadores.

No Brasil o primeiro caso de utilização do método aconteceu há aproximadamente um ano e meio e recentemente com a capitã da Seleção Feminina de Futebol Juliana Cabral, vítima de uma lesão no ligamento cruzado anterior. Schapiro explica que o tempo de recuperação normal no caso da Juliana seria de seis a oito meses, mas o objetivo é recuperar a jogadora em três meses, a tempo de participar do Mundial da China que acontece em setembro. “Os últimos dados recebidos mostram que a recuperação está dentro dos prognósticos. Tudo indica que ela estará pronta antes do mundial”, afirma.

Schapiro diz que é importante salientar que mesmo com os resultados positivos o método GPS ainda está em fase de pesquisas e constatação de resultados. “Todo tratamento não pode ser avaliado pelos resultados imediatos. Precisamos de um acompanhamento de pelo menos três anos em cada caso para ter certeza que os resultados são satisfatórios”, finaliza.

Veja mais sobre o assunto em nossas colunas de Cardiologia e Saúde com Dr. Ricardo Tavares de Carvalho e na coluna de Avaliação e Orientação Física com Profa. Priscilla de F. de Arruda Camargo





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